Este blog registra caminhos, culturas, personagens e impressões vivenciados durante um período sabático empreendido com o intento de conhecer os efeitos do nomadismo na experência humana. Seguramente se trata de repertório parcial, vinculado a escolhas acumuladas durante uma história pessoal pautada por descontinuidades e rupturas contundentes.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A CAMINHO DO CAMINHO
Cheguei em Madri no dia 16 e fiz muitos passeios por lá. As coisas que mais me tocaram foi a "Guernica" (Picasso), "Fuzilamentos..." (Goya), a dança flamenca e a tourada (chocante - quase saí depois da primeira das quatro execuções que vi). A comida é um exagero, e o Jamón Ibérico já ganhou meu paladar.
Fui para Toledo, com a ideia de ficar uma noite, mas fiquei três. Encantei-me pelas espadas, não resisti e comprei uma coleção, inclusive um gládio.
Barcelona me surpreendeu. É muito melhor que qualquer expectativa que tivesse. Arquitetura, esculturas, pinturas, música... Transpira arte... Picasso, Gaudi, Miró... Bairro Gótico...
Fui para Toledo, com a ideia de ficar uma noite, mas fiquei três. Encantei-me pelas espadas, não resisti e comprei uma coleção, inclusive um gládio.
Barcelona me surpreendeu. É muito melhor que qualquer expectativa que tivesse. Arquitetura, esculturas, pinturas, música... Transpira arte... Picasso, Gaudi, Miró... Bairro Gótico...
INFORMAÇÕES INICIAIS
O equipamento: uma mochila Deuter 70 litros
O plano: viajar por um ano
O método: improvisação
Esta seria a síntese da empreitada, não fossem os antecedentes que norteiam as próprias especificações dadas. Com quatorze anos, a primeira mochila, usada, presenteada pelo grande amigo Ben-Hur, uma relíquia de lona, modelo Segunda Guerra Mundial (muito boa para costados jovens); depois, muitas mochiladas e muitas outras mochilas, numa incessante adaptação. Muitos planos se traçaram, desde jornadas a Serra da Laranjeira, até a aventura hippie no litoral paranaense (com o lúdico propósito de imendar um ano viajando pelo Brasil, quiçá embarcando em um navio mercante...). Os métodos sempre foram da improvisação.
O plano: viajar por um ano
O método: improvisação
Esta seria a síntese da empreitada, não fossem os antecedentes que norteiam as próprias especificações dadas. Com quatorze anos, a primeira mochila, usada, presenteada pelo grande amigo Ben-Hur, uma relíquia de lona, modelo Segunda Guerra Mundial (muito boa para costados jovens); depois, muitas mochiladas e muitas outras mochilas, numa incessante adaptação. Muitos planos se traçaram, desde jornadas a Serra da Laranjeira, até a aventura hippie no litoral paranaense (com o lúdico propósito de imendar um ano viajando pelo Brasil, quiçá embarcando em um navio mercante...). Os métodos sempre foram da improvisação.
APRESENTAÇÃO
Este blog se propõe, inicialmente, a registrar caminhos, culturas, personagens e impressões vivenciados durante um ano sabático empreendido com o intento de conhecer os efeitos do nomadismo na experência humana. Seguramente se trata de repertório parcial, vinculado a escolhas acumuladas durante uma história pessoal pautada por descontinuidades e rupturas contundentes.
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