Próximo a Arusha, o Parque deu uma boa ideia do que viria pela frente.
Este blog registra caminhos, culturas, personagens e impressões vivenciados durante um período sabático empreendido com o intento de conhecer os efeitos do nomadismo na experência humana. Seguramente se trata de repertório parcial, vinculado a escolhas acumuladas durante uma história pessoal pautada por descontinuidades e rupturas contundentes.
sábado, 20 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
UMA PERGUNTA RECORRENTE
A palavra Zanzibar se origina do termo “zinzi-bar” ou “terra dos de cor preta”. Trata-se de um arquipélago constituído por duas ilhas principais – Unguja, mais conhecida por Zanzibar, e Pemba – e mais umas dez ilhas banhadas pelo Oceano Índico, ao largo da Tanzânia.
Na capital, Stone Town, vê-se um resumo da diversidade cultural do país. Hindus, muçulmanos, portugueses, ingleses e outros tantos influenciaram os costumes locais.
A população originária deriva dos bantu que aqui se instalaram no século IV d.C. Posteriormente, vieram os árabes e os persas, relação da qual resultou o Swahili, idioma falado pela população. Os portugueses estiveram por aqui durante dois séculos, tendo sido expulsos pelas tropas do sultão Oman, quando o território passou para o controle da coroa britânica, que aqui manteve um protetorado, até a independência levada a cabo em 1963. Eis um panorama geral deste disputado paraíso.
Quando por aqui cheguei fui direto para Jambiani, na costa leste, apreciar as cristalinas águas que justificam a famosa cor "índico blue". Além da bela paisagem, encontrei gentios por demais gentis e matei a curiosidade/vontade de navegar na engenhosa embarcação de vela única - o típico dhow.
Agora sei o que responder quando alguém me perguntar para onde ir a fim de apreciar as culturas bantu, hindu e árabe, mas que queira o mar azul do caribe e a alegria jamaicana, e, ainda, busque bons lugares para mergulhar e apreciar técnicas ancestrais de navegação a vela: ZANZIBAR!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
PAMPLONA
FESTA DE SANFERMIN
As comemorações revivem os tempos em que se realizavam feiras para venda de gado, período no qual a população acompanhava a manada que transitava pelas ruas da cidade. A festa, entre 7 e 14 de julho, ganhou proporções gigantescas, fazendo com que Pamplona transpire "Sanfermins" em todos os cantos, indo muito além dos dois quilômetros de ruas por onde ocorre, durante dois minutos por dia, o "encierro" - a famosa e polêmica corrida dos touros e vacas entre uma multidão de "valentes foliões".sábado, 16 de julho de 2011
FLAMENCO
A pluralidade foi o solo fértil onde os "gitanos" cultivaram o flamenco, que numa simbiose de elementos milenares tornou-se o grande referencial andaluz.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
ROSAS DE ALHAMBRA
Cultivar rosas. Uma tradição nos jardins dos palácios andaluzes, e Alhambra esbanja nos cuidados com seus cultivares.




